quarta-feira, 26 de novembro de 2008



Conversa de MSN.

Leo
10:00
velho, a faxineira aqui de casa passa o dia assobiando e cantando...
quero a morte!

rodrigo marcondes
10:00
hahahah
bom humor eh algo ofensivo demais, ne?

Leo
10:00
putz... bom humor de cú é rola às 10 da manhã, né?
aliás, ouvi uma frase segunda na padoca, de 3 motoboys... fantástica

rodrigo marcondes
10:01
manda

Leo
10:01
"não se esquenta cú com rola fina"

rodrigo marcondes
10:01
hahahahahahahah

Leo
10:01
só a sabedoria em duas rodas é capaz de tamanha poesia

rodrigo marcondes
10:02
motoboy: fonte inesgotavel do saber

segunda-feira, 10 de novembro de 2008


(prefácio: Assessores e fotógrafo oficial de campanha indicam que Marta Suplicy prefere ter seu perfil esquerdo fotografado. Não revelam o motivo, mas a careca denuncia.)

Fotógrafo: Nós vamos fotografar nessa cadeira aqui, tendo o lago do Ibirapuera ao fundo.
Marta: Mas e o chafariz, por que não está ligado?
Fotógrafo: É que ele só liga de hora em hora... tem um temporizador... na verdade a gente nunca sabe a hora que ele vai ligar!
Marta: Ah não, mas é só ligar pra lá que eles ligam...
(Marta fala com a assessora e com a jornalista e pede para que liguem para a direção do Parque)
Marta: e ai, conseguiu?
Fotógrafo: É parece que não tem como ligar agora...
Marta: Claro que tem, é só falar com a pessoa certa... eu não me conformo que não tenha fonte nessa foto, foi tão difícil conseguir essa fonte.... Sem fonte eu me sinto prejudicada... Mas vamos fazer assim, se eu não tenho fonte, então os outros também não tem... daí tudo bem... pq a fonte dá um up na foto!
Fotógrafo: Pode deixar prefeita, a gente faz as fotos dos outros em um horário que não tenha fonte!

Para ver essa surrealidade de diálogo em vídeo:
www.garapa.org/2008/10/garapa-na-folha-eleicoes/

segunda-feira, 14 de julho de 2008



Passava da uma da manhã na Calle Neptuno quando o Monte Cristo deu-me sua última baforada. Foi então, em meio a um silêncio profético, que Havana resolveu conversar.
Havana: Mas então, o que vieste fazer aqui?
Leo: Me encontrar-te é uma boa resposta?
Havana: Depende, muitos outros já vieram se descobrir em mim... mas tu ao menos se encontrou?
Leo: Não, mas isso era mesmo necessário?
Havana: Talvez não... mas o que encontrou em mim?
Leo: Horizontalidades, por certo.
Havana: E te enamorou delas?
Leo: “Por supuesto”... E há como não se enamorar de algo que se espalha assim, sem imposições piramidais?
Havanas: Falas de politica?
Leo: Não, aqui deixarei meus últimos ismos... a queda do meu muro de berlim.
Havana: Tenho cuidado com isso. Nessas ruas muitos sofreram quando o último se caiu.
Leo: E não pense que em minhas “calles” sejam menos os que sofrem agora com quase duas décadas de atraso.
Havana: Mas o que te dói?
Leo: Essa mente coração de sempre, que sangra e pensa; que pulsa e vibra; que bombeia e reticencia...
Havana: Mas então o que te enamoras daqui?
Leo: Ora, já disse, as horizontalidades!
Havana: E o que são elas pra ti, senão politica?
Leo: São o braço que se estende gasto, porém forte. Algo como teus prédios baixos, aqui de centro Habana... essa dicotomia de procurar a si mesmo em meio ao culto coletivo, a construção de pontes do saber entre o que sou eu e quem são os teus... E dar as mãos e rodar o mundo, girar a roda, “poner-me en movimiento”.
Havana: E de que movimento és?
Leo: Não sou de movimentos, estou em movimento!
Havana: E assim cais de novo em horizontes?
Leo: Por certo. Do horizonte tenho sabedorias e prazeres, desde a cama onde me porei agora fadigado, ao amanhã que, espero, aguarda-me em gozo. Nada me existe além do desejo de horizontalizar.

E despediu-se com a brisa leve do Malecón em um penúltimo gole de Havana Club.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

cuando pienso en el...



Leo: Quase fiz a barba hoje
Che: Mas porquê?
Leo: Porque está ficando meio grande... uma coisa quase "lenhador canadense", saca?
Che: Já passou do padrão revolucionário cubano?
Leo: Sim, por uns 4 cm já...
Che: Mas pense bem, é uma decisão importante.
Leo: Não se preocupe, resolvi que não faço. Pelo menos não até voltar de Havana.
Che: Enche-me de orgulho guri!
Leo: Ah, obrigado... mas também, é só barba.
Che: Desculpe-me por discordar, mas não é. É um atestado de existência em forma de pelos! E há de se lembrar: Em uma revovulação se triunfa ou morre, se for verdadeira!

... silêncio...

1) Sim, estou indo pra Cuba.
2) Sim, a morte é fazer a barba!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Isabella



Repórter #1: Que que é essa coisa aí na tua mão?
Leo: Um gravador
#1: Mas por que gravador se você é fotógrafo?
Leo: Porque eu quero o áudio junto com as fotos
Repórter #2: Mas áudio de quê se não tá nem o delegado, nem os advogados aqui, nem nada de importante?
Leo: Eu posso não estar fazendo uma matéria sobre o caso, mas criando caso com a matéria sobre a matéria...
#1: Tudo isso porque tá chovendo e você não tem nada melhor pra fazer, né! Não gravou isso não?!!!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Orgasmatron!



Tia do bar: Tá trabalhando hoje menino?
Leo: Pois é, to sim...
Tia: Mas hoje é feriado, dia do trabalho!
Leo: E parece que só pra nós dois é dia de trabalho não?
Tia: Eu nem sei há quanto tempo não tenho um feriado...
Leo: Eu nem sei o que é um feriado!
Tia: E vai levar a lata pro trabalho?
Leo: Vou sim, pra uma foto.
Tia: Ah, você faz foto... que bonitinho... e por que começou a fotografar?
Leo: Essa é uma história longa... Mas acho que era pra sair da mesmice. Queria fazer uma coisa diferente..
Tia: Como fotografar latas no feriado?
Leo: Exato!

Saindo da vendinha ouço Orgasmatron vindo de um chevette marrom. Considero sagrados os momentos em que a vida perde o sentido objetivo.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

portrait of glass



Quem viu, viu e, acima de tudo, ouviu!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Juju


Created with Admarket's flickrSLiDR.

Leo: Por que será que a Juju só mia na cozinha?
Mari: Deve ser porque é onde estão as coisas de gato, daí ela lembra dos outro...
Leo: Eu devia ter pego um boneco de gato naquela loja que fotografei hoje...
Mari: Que loja?
Leo: A dos bichos de espuma... Não te contei o que o cara disse quando pegou minha câmera?
Mari: Não, o quê?
Leo: Ele virou a câmera, viu o tamanho do LCD e disse "como é grande esse LSD!"
Mari: Hahahaha... e tu?
Leo: Tive vontade de dizer que, então, ia lamber o monitor!
Mari: Tá, agora deixa eu ver as fotos da Juju no monitor...
Leo: ok, ok, só não deixa ela lamber!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Pedro!






Maria: Nossa, você é igual ao apóstolo Pedro!
Leo: Poxa, obrigado... quer dizer, acho que obrigado né...
Maria: Sim, foi um elogio, claro.
Leo: Então fico agradecido.

Maria: E olha que Pedro era o mais bonito dos apóstolos.

Leo: Isso tá na Bíblia?

Maria: Não tá escrito.

Leo: Mas se não tá escrito, como sabe? Aliás, como sabe que eu sou parecido com Pedro?

Maria: Por causa das imagens.

Leo: E Biblia tem imagem?

Maria: É que não é qualquer bíblia, é uma bíblia grande... e não é qualquer desenhinho não, é imagem! Bíblia colorida!

Leo: A tá, se é colorida então eu não discordo.
Maria: Claro, Pedro!



obs: Dona Maria Luiza Gonçalo Reis, 34 anos, é viuva do soldado da PM Izaias Lopes Viana Junior, 39 anos. Ele foi assassinado no primeiro dia de ataques do PCC em 2006 e está nos retratos que Maria segura com carinho.

Ah, viajar é bom!



Mas estar de volta a minha casa é ainda melhor, já que - como a foto sugere - viajar também incliu mal-estar.

quarta-feira, 12 de março de 2008

NYC


Created with Admarket's flickrSLiDR.

New York's first look!

domingo, 2 de março de 2008



Atendente: Drogaria São Paulo, Marcos, no que posso ajudar?
Leo: Boa noite Marcos, eu queria fazer um pedido para entrega.
Atendente Marcos: O senhor já conhece nosso site?
Leo: Sim, é por isso que estou ligando... tentei fazer o pedido por lá, mas não funcionou.
Atendente Marcos: Qual seria o pedido?
Leo: Duas caixas de Lexotan 3mg e um chiclete valda.
Atendente Marcos: O Chiclete eu posso mandar entregar, mas as caixas de Lexotan só retirando com receituário a ser retido.
Leo: Mas o chiclete não vai me ajudar muito, ele era só um brinde... um quadradinho de felicidade depois do Lexotan, entende?
Atendente Marcos: Entendo senhor, mas não posso entregar...
Leo: Mas tu entende mesmo?
Atendente Marcos: Não sei do que você está falando senhor...
Leo: Pois, sorte tua.
Atendente Marcos: Posso ajudar em mais alguma coisa?
Leo: Acho que sim.
Atendente Marcos: E sobre o que seria?
Leo: Sobre o site. Quando eu estava fechando o pedido, o site me indicou mais dois medicamentos... como faz a Amazon quando você compra um livro... tipo, “leve também estes dois”.
Atendente Marcos: Sim, recomendações do site.
Leo: Exato, mas as recomendações eram muito sem noção... Recomendaram acnase e anador. Fui ver o que era anador e é algo como dipirona. Quer dizer que toda pessoa com algum problema pra se socializar deve também ter espinhas e necessitar de um analgésico? Se bem que um analgésico para dores não corpóreas seria deveras interessante não?
... (silêcio)...
Leo: Marcos? Alô...
Tu tu tu tu tu tu tu tu tu tu tu tu tu tu...

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

bairrismo!



Gaúcho que é gaúcho tem lá seus bairrismos!
Os meus não seriam diferentes só por ser de Satolep.
Logo, não só vale a visita, como é indispensável!
http://www.baitaprofissional.blogspot.com/

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Garapeando













Caipirinha de Garapa

Ingredientes
- suco de meio limão
- 1 dose de vodka
- 2 doses de garapa
- gelo
- fatias de limão

Modo de Preparo
Coloque tudo na coqueteleira, bata um pouco. No copo
coloque duas fatias de limão e junte a caipirinha.

Pra quem não sabe a diferença entre garapa e caldo de cana:
O caldo é cana amassada e se bebe na hora, muitas vezes misturado com limão. Já garapa é o caldo de cana fermentado, que será destilado para fazer cachaça. Compreendido? O post continua sem sentido pra ti? Sugiro uma visita: Garapa

Momento Guia da Folha (flashback)



Leo: Pensei que a gente pode fotografar em algum lugar que seja bem gráfico, como tuas fotos... o que é alguma pretensão minha... talvez até demasiada.
Cristiano: O quê?
Leo: Tá bom, esquece, vamos fazer junto das fotos?
Cristiano: Como?
...
Cristiano: É que eu vejo bem, mas ouço mal... quer dizer, dizem que eu vejo bem, apesar dos óculos.
Leo: Ah tá, achei que tava boicotando minhas idéias. Na verdade eu ano falando mal também... me enrolando.. dicção mesmo.
Cristiano: Então somos uma boa dupla. Vamos usar o olhar então.
Leo: Boa. Acho que aquela escada dá uma boa foto. Vou fingir que a Canon é minha Hassel, pode ser?
Cristiano: Tu fotografa com Hassel?
Leo: Há uns 2 anos que ela não vê filme, mas tá lá, limpinha, me esperando.
Cristiano: E eu tenho que olhar pra onde?
Leo: Pra onde quiser... eu não gosto de tirar foto por causa disso, nunca sei o que fazer e fico pensando em como deve estar o quadro de quem está clicando.
Cristiano: É... eu não sei pra onde olhar.
Leo: Prometo que eu vou ser rápido então. Acho até que já temos a foto.
Cristiano: Tu vem na inauguração da exposição?
Leo: Com certeza.
Cristiano: Já viu a sala com as fotos?
Leo: Ainda não...

Nas paredes perfeitamente brancas, adornadas com tantas imagens que amaria ter feito, uma perfeição do olhar contemplativo, simétrico, um quê de bauhaus que acaricia os olhos com alfinetadas. Cristiano Mascaro é tão contrastante que contradiz o título de sua próprio exposição: todos os olhares. A particularidade de como enxerga, e bem (digo eu também), faz dessa uma daquelas mostras que não se podem perder.

Quando: de 29/02 a 04/05
Onde: Instituto Tomie Othake
Quanto: Grátis

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Na beira do estádio





























Há anos eu não ia a um estádio. Sair da redação no domingo dia 27/01, depois de ter fotografado o treino do São Paulo na manhã anterior, era como um passeio ao zoológico. Claro que não desmereço os entusiastas do esporte, mas a comparação com os parques onde se vê os animais me é lógica pelo fator exótico que a paisagem me tem.
A tarefa parecia simples, ficar do lado de fora do morumbi e fotografar as torcidas antes do jogo começar. Cheguei uma hora antes do apito incial, 15:00 hs. As ruas, embora cheias, ainda eram tranquilas. As torcidas havaim sido bem separadas pela PM e a rotatória, bem em frente ao estádio, servia como uma espécie de marco zero intransponível.
Quanto mais o relógio se aproximava das 16:00 hs, menos eu entendia. Sempre fui de chegar cedo a tudo, de entrevista de emprego a sessão de cinema, passando por shows e jantares, algo como 30 min de margem para qualquer eventualidade. Mas ali já estávemos em 15:55 e muita gente ainda estava do lado de fora. Resolvi perguntar

Leo: Capitão, esse pessoal todo não entra?
Capitão da PM: Não, não... nosso trabalho grosso mesmo começa junto com o dos jogadores. A maioria da torcida organizada fica do lado de fora, bebendo e esperando uma chance de brigar com a outra aqui fora, porque lá dentro tem grade separando...
Leo: Quer dizer então que treta mesmo só dá com bola rolando...
Capitão: Ou no intervalo, mas tudo aqui fora.... Ih caralho, começou!

Do nosso lado, quatro torcedores do São Paulo atiram pedras na torcida do Corinthians que resolve ir pra cima e atravessar o marco zero. Cavalos e motos da PM avançam e se posicionam entre as torcidas. Os poucos torcedores que atravessam essa linha são apanhados pelos cacetetes em punho e sem dó dos PMs que ficam a pé.

Capitão: E aí, deu foto boa?
Leo: Sei não, tudo muito rápido.
Capitão: É a gente tem que correr pra cima senão a molecada apavora mesmo. É sua primeira vez em estádio?
Leo: É sim capitão.
Capitão: Ficou impressionado com os cacetetes?
Leo: Porra, vocês batem sem dó né?
Capitão: Ah, mas tem que ser... Pensa comigo, se o cara vem aqui, num domingo, pra arranjar briga, o mínimo que a gente pode fazer por eles é bater forte... eles vem aqui pra apanhar.
Leo: É, não posso discordar que tu tem um ponto.
Capitão: Ainda mais porque, na boa, eu queria ver o jogo na tv, com meus filhos, tomando uma brhama... e não separando marmanjo como se fosse gado. Isso tá na cabeça de cada PM daqui. Então, se passou da linha, vai ser marcado!
Leo: Então corre lá que começou de novo!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Daniel Johnston


Cabe procurar com atenção cada música que esse cara gravou no início dos anos 90.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

The Big Lebowsky!



Do pára-choque do meu caminhão:
"Vida de solteiro é isso: louça na pia, cueca suja e geladeira vazia"

Marginal e marginais









Prefácio à edição brasileira

15:00hs - Pauta: Fotografar o movimento de motos, especialmente motoboys, nas marginais em virtude da liberação do uso das mesmas.
16:30 - Ponte da Cidade Universitária.

Pivete: Passaacamera, passaacamera, passaacamera (repete 3x)
Leo: O quê?
Pivete: Passa a câmera, porra!
Leo: Tu tá falando sério?!!!
Pivete: Tá louco? Quer que eu te fure?!!
(Com uma mão no bolso da jaqueta, pivete "proemina" objeto pontiagudo e estende a outra mão para receber a câmera)... (Fotógrafo usa a mesma mão para cumprimentá-lo e trazê-lo pra perto)
Leo: Velho, eu não posso te passar essa câmera! To trampando... vai começar a chover em 10 minutos e tenho que fotografar a marginal. A última coisa que preciso agora é ser roubado, meu velho... Sei lá, vai roubar um boy, não quem também tá no corre!
10 segundos de silêncio
Pivete: Na moral, tranqüilo, tá beleza... Mas é que eu preciso comer algum bagulho... mó fome.
Leo: Foda, to ligado, mas to meio quebrado também... só tenho esses dois contos aqui... Mas se tu quiser uma assessoria, te aponto quem deve ter grana e merece ser roubado...
Pivete: Sem chance... tu acha que consegue saber quem é fácil roubar?
Leo: Sei lá. Tem ciência pra isso?
Pivete: O quê?
Leo: Ó, se liga naquele coroa... Atravessando a rua com pastinha executiva, terno que parece caro... deve ter uma graninha, ou no mínimo um celular do bom
Pivete: Tá louco! Essa cara é do tipo que embaça, chama polícia, vai atrás depois.
Leo: Saquei...
Pivete: Mulher é mais fácil. Se liga aquela ali
(Pivete aponta uma mulher entre 25 e 30 anos, arrumada, mas claramente trabalhadora. "Estilo classe média")
Leo: Ah, mas essa mina deve tá com a grana do trampo e das contas, só. Meio foda tirar isso dela.
Pivete: Isso é, mas ela não vai gritar... passa logo, fácil... é o medo.
Leo: Ah velho, sei lá, o lance é roubar playboy... uns caras pra quem grana não faz falta.
Pivete: Foda que esses caras são cheios de querer fazer justiça, tá ligado... não querem ser roubados, chamam os pm...
Leo: Então não rola assaltar playboy?
Pivete: Não... boy é pra seqüestro mesmo.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Crumb



Enquanto não penso em diálogos mais bonitinhos ou bem elaborados, vai uma frase do Crumb que desceu menos redondo hoje pela manhã:

"A morte me preocupa menos do que antes. Agora que a vejo de perto não encontro razões para passar o dia me lamentando, sentindo-me miserável e angustiado".

obs: Ah! E que venha esse ano do 8